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Ano XII - Nº 160
1ª quinzena abril 2004

Ministro dos Esportes visita Ilhéus

Representantes da AABB, APCEF e AABANEB firmaram convênio com Secretário Alcino Reis do Ministério dos Esportes

O ministro dos Esportes, Agnelo Queiroz (PCdoB), esteve em Ilhéus visitando a Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC) onde assinou convênio que permite à universidade desenvolver o programa Segundo Tempo, iniciativa do Ministério do Esporte, em parceria com o Ministério da Educação, objetivando democratizar o acesso a prática esportivas nos estabelecimentos públicos de educação do Brasil, efetivando o preceito constitucional que define o esporte como direito de cada um, através de atividades esportivas extra-curricu-lares, com a finalidade de colaborar para a inclusão social, bem-estar físico, promoção da saúde e desenvolvimento de crianças e adolescentes, principalmente em situação de vulnerabilidade social. A presidente do Sindicato dos Bancários de Ilhéus e vereadora pelo PCdoB, Marlúcia Paixão (que solicitou a visita do ministro Agnelo em conjunto com o também vereador Wenceslau Júnior, PCdoB de Itabuna), representou a AABANEB na reunião com os presidentes da AABB, Admilson Martins, APCEF, Jandir Dócio, o representante do sindicato, Manoel Gouvêa e o representante do ministério, Sr. Alcino Reis, na sede do SEEB para firmar convênios entre estas entidades e o Segundo Tempo, visando a doação de material esportivo e outros benefícios desta parceria de sucesso.

Opinião

A proposta de reforma em discussão final no Fórum Nacional do Trabalho pretende reformular toda a atual estrutura sindical.
O atual modelo de organização dos sindicatos, suas federações e confederações, surgiu nos anos 30 no governo Getúlio Vargas, como forma de acabar com a organização sindical criada pelos trabalhadores e, principalmente, acabar com os sindicatos livres, surgidos como conseqüência direta das lutas dos trabalhadores no início do século passado. Portanto, a velha estrutura sindical getulista (vigente hoje), tira o papel dos sindicatos de defesa dos interesses dos trabalhadores para transformá-los em simplórias entidades de conciliação de classes com caráter assistencialista. A CUT sempre defendeu que os sindicatos devem ser entidades classistas, que atuem e lutem de forma incondicional na defesa dos interesses dos trabalhadores. É com esta visão que resolvemos participar do processo de negociação do Fórum Nacional do Trabalho para defendermos nossas posições. 2004 promete ser um ano de resgate e superação para a categoria.
Jacy Afonso, diretor do Sindicato dos Bancários de Brasília

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