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(São Paulo) Durante dois dias, cerca de 250 bancários do BB debateram, no XV Congresso dos Funcionários do Banco Brasil, no Hotel Hilton, em São Paulo, as propostas que serão apresentadas ao banco, durante as negociações específicas, que ocorrem concomitantemente à mesa única da Fenaban. “Na Conferência Nacional, os bancários aprovaram a unidade da categoria, com uma única minuta a ser entregue à Federação patronal. Os temas específicos, debatidos no Congresso do BB, serão encaminhados à direção do banco para serem discutidos nos processos de negociações permanentes”, explicou Marcel Juviniano Barros, que coordenou a mesa do Congresso.
Ainda este mês, a Executiva Nacional dos Bancários e a Comissão de Empresa dos Funcionários encaminharão um documento ao BB reivindicando que a empresa participe das negociações unificadas e assine um compromisso de que irá cumprir a Convenção Coletiva que vier a ser assinada com a Fenaban.
Sobre as negociações permanentes do Banco do Brasil, os bancários aprovaram uma série de reivindicações, que serão entregues no mesmo documento. Um dos temas mais importantes para os funcionários do BB é a construção de um novo plano de Cargos e Salários e de Cargos Comissionados, que os bancários querem negociar imediatamente com o banco. Também foram aprovados itens de reivindicações relativos à saúde e aposentadoria. Para a Previ, os bancários querem, entre outros temas, o fim da Parcela Previ, o aumento do Benefício Mínimo, a volta do estatuto democrático de 1997, a revisão do plano Previ Futuro e o uso do FGTS para quitar parcelas em débito. Para a Cassi, as negociações se darão, principalmente, em torno, da implantação do plano odontológico, o cumprimento dos 4,5% para os novos, o custeio de dependentes indiretos, a revisão do estatuto e a contribuição sobre os abonos.
Outro tema específico fundamental para os bancários do BB é a isonomia, com a igualdade de direitos entre novos e antigos funcionários. As condições de trabalho também serão debatidas nas negociações específicas. Os trabalhadores querem a revisão de dotação, a contratação de concursados, o cumprimento da jornada, democratização dos acordos de trabalho e o fim do assédio moral. A recomposição do poder de compra é outro item a ser negociado com o banco.
Fonte: Fábio Jammal Makhoul CNB/CUT
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(São Paulo) O XX Congresso dos Empregados da Caixa Econômica Federal Conecef reforçou a unificação da campanha e deliberou sobre os pontos específicos dos empregados. A Campanha Unificada foi aprovada na VI Conferência Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro.
Em relação à negociação permanente, houve debate sobre a suspensão dos grupos de trabalho em funcionamento desde o início do ano. No entanto, a maioria deliberou pela continuidade dos trabalhos dos GTs, inclusive no período da campanha salarial e que eles funcionarão por tempo indeterminado, com avaliação permanente dos resultados obtidos. Para Plínio Pavão, coordenador da Comissão Executiva dos Empregados da Caixa, a decisão mostrou reconhecimento da eficácia da estratégia adotada na campanha salarial passada.
Sobre as questões específicas, os bancários aprovaram uma série de itens que será remetida à direção da Caixa. Alguns dos temas mais importantes para os empregados, aprovados hoje, são a reintegração imediata dos demitidos pela RH008, a aprovação do novo plano de benefícios da Funcef, a implementação das mudanças no plano de Cargos e Salários e de Cargos Comissionados e a concessão de tíquete alimentação para todos os aposentados e pensionistas. Também foi aprovada a manutenção da Comissão Executiva dos Empregados, formada com a mesma composição da Executiva Nacional dos Bancários. A negociação permanente continua por meio da dinâmica dos Grupos de Trabalho (GTs). As reivindicações específicas serão entregues junto a Convenção Coletiva a ser assinada com a Fenaban.
Os delegados aprovaram ainda que a Executiva Nacional dos Bancários irá propor mecanismos de recomposição do poder aquisitivo dos bancários da Caixa. Sobre os admitidos após 97, os delegados do Conecef aprovaram, por consenso, que a Caixa garanta direitos iguais em relação aos demais. Em relação ao Saúde Caixa, as mudanças negociadas com a direção da empresa, na última semana, foram referendadas pelos delegados do Conecef.
O XX Conecef reuniu 259 delegados e 74 observadores em São Paulo nos dias 7 e 8 de junho.
Meire Bicudo e Carolina Coronel CNB/CUT
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