Página inicial diretoria sede fale com a gente
serviços
Filiação On-line
Convênios
seções
Conheça Ilhéus
E-mail Sindical
 

 

     

Ano XII - Nº 181
1ª Quinz Março 2005

SEEB Ilhéus debate Reforma Sindical

O presidente da CUT-BA, Everaldo Augusto, apresentou o projeto de Reforma Sindical aos trabalhadores ilheenses
O debate sobre a Reforma Sindical promovido pelo SEEB Ilhéus na noite de sexta-feira, 1º de abril, na sede da entidade contou com a participação de representantes de mais de 15 entidades sindicais e foi um grande sucesso.
O presidente da CUT-BA, Everaldo Augusto, apresentou os pontos positi-vos do projeto enviado pelo governo para apreciação do Congresso, mas também explicitou os retrocessos que acabam eliminando o que de bom existe na Reforma.
Segundo Everaldo a “Reforma Sindical tem um caráter regressivo. A CSC/BA convocou uma plenária para discutir a ampliação da luta, em nosso estado contra a Reforma Sindical e em defesa dos trabalhadores”. Ele informou que CUT está organizando a plenária estadual nos dias 15 e 16 de abril , preparatória da plenária nacional. Também entende que "não é possível permitirmos que este projeto, com tantos prejuízos para os trabalhadores, seja aprovado a ferro e fogo. Será necessária muita mobilização para barrarmos o fim da unicidade sindical. Aqui na Bahia estamos realizando a coleta de assinaturas de sindicalistas em um manifesto para encaminharmos à CUT nacional e ao Congresso, demostrando nossa insatisfação", declarou.
A presidente do SEEB Ilhéus, Marlúcia Paixão, esclareceu que os bancários de Ilhéus acompanham o pensamento do presidente da CUT-BA, que só com o debate e o conhecimento da opinião das bases dos sindicatos em todo Brasil é que se poderá manter unidade contra os artigos da Reforma Sindical que prejudicam os trabalha-dores e seus direitos adquiridos a duras penas. As bandeiras principais da campanha contra a Reforma serão a luta imediata contra a aprovação da PEC 369 no Congresso, que institui as mudanças na organização sindical, e a luta pelos direitos dos trabalhadores. São várias as razões contra o projeto de reforma sindical do governo, entre elas: estímulo à divisão e ao caos no sindicalismo; possibilidade de criação de entidades biônicas; concentração de poderes na cúpula sindical; não-garantia e distorção da organização no local de trabalho; criação de perigosos mecanismos de atrelamento ao Estado; desprezo aos direitos dos servidores públicos; inviabiliza o dissídio e privatiza as negociações; restrição ao direito de greve; e antecipação da flexibilização trabalhista.
Já Everaldo Augusto avalia que a reforma “vai tornar as relações de trabalho mais desiguais” e chama a atenção que o trabalhador pode perder o direito de fundar sindicatos. “Devemos lembrar ao governo e aos congressistas que as mudanças que o Brasil tanto anseia só terão sucesso se o trabalhador estiver no centro das discussões”, finalizou.

Banco dá prêmio por assédio moral

O Bradesco está entre os bancos mais denunciados pelos funcionários por cobrar metas de forma abusiva e constrangedora, razão pela qual é comum que o Sindicato realize atividades públicas em suas agências e concentrações, denunciando o assédio moral à sociedade e solicitando a reorientação de seus gestores.
No entanto, o banco realizou, há cerca de duas semanas, o que chama de Festa do Oscar, a premiação dos gerentes que conquistaram as metas determinadas pela direção. Trata-se de uma réplica da famosa estatueta, além do direito a concorrer ao sorteio de viagens à Disneylândia, nos Estados Unidos. Nenhum prêmio foi reservado aos funcionários responsáveis pelos resultados das agências.

 
ABN Real pretende também ampliar horário de atendimento

Depois do HSBC implantar em algumas agências do país a ampliação do horário de atendimento bancário, sem contratação de funcionários, agora o ABN Real também pretende fazer o mesmo.
Desde o dia 10 de março, a agência do banco, localizada no Shopping Ibirapuera, em São Paulo, está prestando atendimento ao público das 10h às 18h. A decisão unilateral foi comunicada ao SEEB/SP dias antes pelo banco. Segundo a direção do ABN Real, trata-se de um projeto-piloto para a implantação de um novo horário de funcionamento das agências para todo o país.
Sem informar qualquer crono-grama nacional, o banco apresen-tou como única contrapartida para unidade paulista a ampliação de apenas um posto de trabalho.
Sem ter sido consultado previamente sobre a mudança, o Seeb/SP solicitou negociação com a direção do ABN Real para tratar da questão. A entidade reivindica que sejam criados dois turnos de trabalho e que haja a contratação de muitos mais funcionários para atender a clientela.
É desumano ampliar o horário de atendimento e não contratar funcionários, sobrecarregando quem já está no limite.

 
Ninguém merece as filas, nem clientes nem funcionários
O debate que está na boca do povo, na mídia e na categoria é a qualidade dos serviços prestados pelos bancos, através da Lei dos 15 min. As filas são verdadeiras torturas para os clientes. Mas não é só o cliente que sofre, o bancário também sofre as pressões tanto daqueles que esperam por atendimento, quanto das chefias, que cobram produção. Não é obrigação do caixa atender o cliente em 15 min, a partir do momento que ele foi chamado, deve ter todo o tempo necessário para tirar suas dúvidas e realizar suas operações com tranqüilidade. Mas é obrigação do banco não deixar o cliente mais do que 15 min na fila.
Algumas soluções podem ser bastante simples: pré-atendimento e caixa na retaguarda (com mais de 5 documentos atendimento no caixa especial e esperariam fora da fila). Aumentar o número de guichês e de funcionários, suspensão das demis-sões. Estender o horário de atendi-mento de 9 ás 17h, com duas turmas de trabalho, jornada de 6 horas e folga nos finais de semana. Como ajudar a campanha? Primeiro é compreender como funciona a lei e defendê-la como um direito do cidadão. Os correntistas podem exigir do banco a instalação de máquinas para a senha.
E, finalmente, denunciar através de formulários disponíveis na sede do SEEB ilhéus.
 
Banco Central faz 40 anos em meio à polêmica autonomia
(São Paulo) Na quarta-feira (30), o Banco Central (BC) do Brasil comemora os 40 anos de existência, em meio à discussão sobre autonomia da instituição.
No Congresso, que está responsável em definir os termos que darão autonomia operacional ao Banco, o assunto divide os parlamentares.
Na Câmara dos Deputados, deputados de vários partidos defendem a instalação da comis-são especial criada para analisar o Projeto de Lei Complementar 200/89, do Senado, que define os requisitos para o exercício dos cargos de diretor e presidente do Banco Central.
A comissão, criada desde outubro de 1993, nunca foi instalada.
 
Má distribuição atrasa redução da pobreza

(São Paulo) Se mantiver o ritmo atual, o Brasil só deve cumprir em 2019 o compromisso de reduzir a pobreza pela metade, e não em 2015, prazo fixado pela Cúpula do Milênio das Nações Unidas. O principal obstáculo que retarda o avanço do país em busca dessa meta é a histórica má distribuição de renda, segundo a Coleção de Estudos Temáticos sobre os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, lançada pelo PNUD e por cinco universidades brasileiras nesta quinta-feira. O relatório sobre Pobreza e Fome foi elaborado por especialistas da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul).
Atualmente, a proporção de pobres — pessoas que recebem até meio salário mínimo — em relação à população total cai 2,22% a cada ano, segundo o relatório. Para que o primeiro dos Objetivos da ONU fosse atingido, a taxa de queda teria que ser de 2,85%. Desse modo, a projeção é de, nos 25 anos contados a partir de 1991, a pobreza no Brasil tenha uma diminuição de, no máximo, 41,64%.
A despeito dos gastos do governo federal com programas de transferência de renda e assistência social, que aumentaram de R$ 1,8 bilhão em 1995 para R$ 6,3 bilhões em 2001, e do crescimento econômico verificado nos primeiros anos do Plano Real, a proporção de pobres continua muito elevada.
O estudo da UFRGS frisa que outros países com a mesma renda per capita apresentam percentual menor de pobreza, o que indica que o problema está relacionado à desigual-dade de renda, que demonstra resistência à queda.
Fonte: ALAN INFANTE da PrimaPagina.

 
Mais de 2000 assinaturas!
Mais de 2000 assinaturas em apenas 3 dias de coleta (em horário bancário). Este foi o resultado do trabalho de conscientização realizado pela diretoria do SEEB Ilhéus na sua base de atuação (foto).
O abaixo-assinado visa acionar a prefeitura municipal para reativar o CONDECON para fazer cumprir a Lei Municipal nº 2.781/99 denominada Lei dos 15 minutos aprovada e sancionada desde dezembro de 1999.
O SEEB Ilhéus tem recebido grande apoio da população ilheense que não suporta mais esperar até 2 horas numa fila de banco.
O cumprimento da lei garante à população o direito a um atendimento mais digno e rápido. Além disso, é uma excelente chance dos banqueiros contratarem mais funcionários e melhorarem as condições de trabalho, marcada pela sobrecarga, pressão e risco constante de demissões. Apesar de ter 6 anos de sancionada a Lei nunca foi cumprida pelos bancos, que utilizam o velho argumento da inconstitucionalidade das leis municipais.
Este argumento não está mais sendo levado em conta pela Justiça, que em Salvador e Vitória da Conquista já autuou e fechou agências, negando liminares dos bancos.
Por este motivo o Sindicato dos Bancários de Ilhéus conclama a população para continuar mobilizada e lutar pelo cumprimento da Lei que garante um tratamento digno nas agências bancárias e pela contratação de mais funcionários para agilizar o atendimento.
 
Negociações no BNB avançam
Em negociação realizada na quarta-feira (30/03), a Comissão Nacional dos Funcionários do BNB/ e a Confederação Nacional dos Bancários conseguiram avanços com relação ao novo Plano de Cargos e Remune-ração (PCR).
No entanto, as negociações relativas ao passivo trabalhista das promoções ainda estão abaixo das expectativas do funcionalismo. Quanto ao Plano de Cargos e Remuneração (PCR) foi aprovada a criação da função de consultor de desenvolvimento, atrelada ao cargo de Técnico em Desenvolvi-mento.
O banco concordou ainda com o enquadramento em cinco níveis, antes do teto da tabela, além da antecipação de uma promoção para todos os funcionários que têm direito a recebê-la e não têm ação na Justiça. Além disso, o BNB aceitou em conceder a aplicação de 4% de promoção no intervalo entre níveis e retornar a função de caixa executivo. Quanto ao Vencimento de Cargo de Caráter Pessoal (VCCP), fica garantido que todos os reajustes, promoções, anuênios ou quaisquer outras conquistas que incidirem sobre o Vencimento de Cargo serão automaticamente incorporadas à VCCP. Em relação ao passivo das promoções, o banco manteve a proposta de 65% para fechar acordo. Para incorporação das promoções, o percentual proposto é de 75%. A próxima reunião de negociação será realizada no dia 26/04, quando serão discutidos ainda o plano de funções, Capef, Camed, dentre outros pontos. A Comissão Nacional ressalta que, todas as decisões se darão em assembléia com o funcionalismo.
Fonte: CNFBNB/CNB-CUT
 
Topo da página
Voltar para página inicial