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Ano XIII Nº 204 1 ª quinzena de Abril 2006 |
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Eleições na Cassi: Chapa 1 é experiência e renovação |
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Sabemos que haverá divergências, pois a expectativa do empregado nunca é a da empresa. Nossas razões e necessidades partem de pontos diferentes da história e do processo humano. |
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A eleição da Cassi está marcada para os dias 17 a 26 deste mês, em todo o Brasil. O candidato a diretoria pela Chapa 1 - Sempre Cassi, Sandro Sedrez dos Reis, fala sobre as dificuldades, os desafios, a função da direção e a importância do diálogo para a resolução dos impasses.
Quais os principais desafios da Cassi hoje?
Sandro Reis - Obter recursos para reequilibrar o Plano de Associados e viabilizar a continuidade dos investimentos nos projetos estruturantes para transformar a Cassi e garantir o equilíbrio à perenidade. É preciso garantir a capacitação dos gestores na reorganização do sistema de saúde, através da implantação da Estratégia de Saúde de Família e do Referenciamento (novo pacto) com a Rede de Prestadores de Serviços (credenciados) e estabelecer uma dinâmica de descentralização das alçadas decisórias, o que daria mais agilidade à gestão. O não saldamento da dívida do BB até o dia 31 também seria um grande desafio.
Como pretende utilizar a experiência para vencer os desafios?
SR - Para a reorganização do sistema de saúde, procuraremos pelo país as experiências mais exitosas. O que o tempo e a vivência têm mostrado é que sempre há um ganho quando envolvemos os conselhos de usuários. Acreditamos muito na participação. Para obter apoio às proposições, usaremos a mais velha ferramenta do mundo: o diálogo fundamentado. E temos convicção de que haverá receptividade. Apesar das diferenças de pensamentos, entendemos que todos têm o propósito de fazer o melhor pela Cassi. Quanto às negociações sobre as dívidas do BB, levaremos informações importantes para melhorar o resultado na implantação dos projetos, estimular, dar mais segurança, equilibrar o Plano de Associados e dar continuidade dos investimentos nas ações estruturantes.
Qual a importância da experiência e da renovação para a Cassi?
SR - Quando se consegue agregar conhecimento e vivência, os riscos diminuem. E, se junto com a experiência e a vivência, ainda conseguimos agregar renovação de pensamentos - o que é mais fácil quando o grupo é plural -, temos as grandes condicionantes para a evolução da gestão.
Não esqueça, de 17 a 26 de abril vote consciente! |
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| Reis superfatura até
transporte de defuntos |
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Ilhéus está pagando uma verdadeira fortuna pelo ônibus de uma empresa recém-criada que, segundo as notas ficais, realiza todos os meses 200 viagens em veículo semi-urbano para enterros e passeio nas praias.
Conforme denúncia dos vereadores Alisson Mendonça e Marcus Paiva, a Prefeitura de Ilhéus vem pagando mensalmente à empresa A.F. de S. Araújo Transporte R$ 18.600,00.
O dinheiro é referente à locação de um ônibus para atender às necessidades da Secretaria de Assistência Social, que tem como titular a esposa do prefeito, Fátima Reis.
Na descrição dos serviços, conforme a nota fiscal número 0007, a empresa informa que foram feitos no mês 200 viagens em ônibus semi-urbano para enterros e passeios.
Em uma rápida conta feita pelos parlamentares, para atender ao que realmente consta na nota fiscal, a empresa teria que realizar todos os dias, sem exceção, pelo menos três enterros ou viagens. Esse número chegou a assustar os vereadores, que se recusam a acreditar que em Ilhéus existam todos os dias três enterros utilizando os ônibus da Prefeitura.
Tudo isso sem contar que muitos sepultamentos são feitos pelas próprias famílias, em serviços particulares das funerárias. Fonte: A Região |
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| Recorde de cheques sem fundo |
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Estudo Nacional da Serasa revela que o consumidor aumentou o endividamento no mês de março, com o crescimento de 20,9% na emissão de cheques sem fundos em relação a fevereiro.
A porcentagem indica que a cada mil cheques compensados no mês passado, 24,3 foram devolvidos, contra 20,1 em fevereiro.
Em relação ao mesmo período de 2005 houve um aumento de 16,8% no volume de cheques devolvidos.
Desde 1991, quando a pesquisa foi iniciada, o mês de março não apresentava tamanha alta.
O levantamento aponta ainda que 166,5 milhões de cheques foram compensados em março, com 4 milhões de devoluções.
Mas, a alta de cheques sem fundos neste período, segundo os técnicos da Serasa, já era esperada, em virtude dos parcelamentos das compras feitas no Natal, além do aumento no volume de crédito concedido em todas as modalidades. |
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| Alckmin: Caso Nossa Caixa comprometido |
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O esclarecimento das denúncias de corrupção do caso Nossa Caixa, na gestão do ex-governador Geraldo Alckmin, fica cada vez mais difícil. Se não bastasse a falta de apuração pela Assembléia Legislativa de São Paulo, vários documentos que comprovam casos de desvio de verba no banco público foram roubados na semana passada.
O roubo ocorreu no escritório político do corregedor da Assembléia, deputado Romeu Tuma Júnior (PMDB), que foi arrombado. Os documentos levados provariam os crimes no direcionamento das verbas publicitárias do banco e ajudariam a apurar as irregularidades sobre a doação de peças de roupa do estilista Rogério Figueiredo para a ex-primeira-dama Lu Alckmin.
O furto é investigado por policiais do 36º DP, que acreditam que o crime foi cometido por motivos políticos. Conclusão muito clara e óbvia, já que os deputados tucanos se negam a instalar a CPI. A decisão comprometeria ainda mais a imagem de Alckmin, que só fala em moralidade e ética, mas tem um grande problema para explicar. |
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| Bancos: campeões em reclamações trabalhistas |
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(São Paulo) Nenhuma novidade no ranking do desrespeito aos trabalhadores divulgado em março pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST). Adivinhe quem continua no topo da lista? Os banqueiros, é claro!
O levantamento que inclui todas as instituições públicas e privadas do Brasil mostra que as instituições financeiras, além de terem desrespeitado as leis trabalhistas do País e sido condenadas por isso, fazem de tudo para não pagar aos seus ex-funcionários o valor definido pela Justiça. Fonte: CNB CUT |
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| FGTS: Acordo da CUT e Caixa
beneficia quem
ainda não recebeu |
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(São Paulo) Quem trabalhou nos anos de 89 e 90 e ainda não recebeu o pagamento da correção inflacionária dos Planos Verão (janeiro 16,64%) e Collor 1 (abril 44,80%) agora terá a oportunidade de receber sem desconto e sem burocracia. Na segunda-feira, dia 10, a CUT/SP, 52 Sindicatos filiados e a Caixa Econômica Federal celebraram acordo que garante esse direito para esses trabalhadores. Participaram da cerimônia, o gerente filial do FGTS de São Paulo, Gildásio Freitas Silveira, o presidente da CUT/SP, Edílson de Paula, o Secretário de Comunicação da CUT Nacional, Antônio Carlos Spis, e o advogado da CUT, Rui Rios Carneiro (autor da ação civil pública da CUT).
O reconhecimento do pagamento da correção desses planos aconteceu em 1992, quando o Dieese a pedido da CUT Nacional fez a apuração e constatou que os trabalhadores, naquela época, sofreram prejuízos e, que portanto, teriam direito a receber.
Diante desse fato, o Ministério Público Federal atendendo solicitação da CUT moveu Ação Civil Pública que pleiteava o pagamento dessa correção de forma integral e sem deságio.
A ação foi julgada procedente pela 18ª Vara da Justiça Federal em São Paulo, em maio de 1996. Em novembro de 2000, o Tribunal Regional Federal/SP manteve em parte a decisão, excluindo a extensão dos efeitos da decisão para todos os trabalhadores em nível nacional, beneficiando apenas os Estados de São Paulo e Mato Grosso.
Diante dessa decisão, a CUT Nacional entrou outro recurso chamado “embargos infringentes”, que estendeu os efeitos para todos os trabalhadores brasileiros. Desta decisão, não houve manifestação do TRF/SP.
Fonte: CUT/SP |
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| BNB paga PLR menor
que esperado |
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No ano em que o nosso Banco apresentou os melhores resultados da sua história, o funcionalismo benebeano foi apenado com uma pífia participação nos lucros. Para quem sofreu oito anos de ditadura, não é justo que, no clarear da democracia, em que todos mostraram a sua competência e dedicação, além da confiança nos seus dirigentes, imputar-nos mais este sacrifício.
O que está acontecendo em relação à PLR seria comum e esperado na Era Byron, mas totalmente constrangedor e humilhante na administração do Sr. Smith.
O funcionalismo, em nenhum momento, teve culpa nos erros dos seus gestores e, mesmo assim, está sendo responsabilizado neste episódio.
Todos os benebeanos deram o seu suor e suas lágrimas por esse resultado, confiantes no seu capitão, Sr. Smith. Agora nos resta receber o nosso quinhão desse resultado.
É o momento de sermos tratados verdadeiramente como "o Maior Cabedal do BNB" e não como simples autômatos.
A participação nos resultados é um direito inalienável e uma obrigação moral da administração do Sr. Smith.
Fonte: Diretoria da AFBNB
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