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Ano XIII Nº 204 2 ª quinzena de Abril 2006 |
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Demissão em massa!! |
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A imagem ao lado mostra como vai ser uma agência do ABN Real num futuro muito breve, a continuar a sistemática e vergonhosa demissão de bancários. Os clientes só poderão se comunicar com as máquinas!! |
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A diretoria do ABN Amro Real anunciou o corte de 2.400 empregos em todo o mundo, sendo 500 no Brasil. A alegação é reestruturação e redução de custos.
No entanto, a sociedade brasileira sabe que as empresas financeiras nunca lucraram tanto quanto nos últimos anos e não há necessidade de reduzir gastos diante de números tão expressivos, ainda mais com demissão.
Para se ter idéia da lucratividade, o ABN Amro lucrou, no primeiro trimestre deste ano, 1 bilhão de euros, ou seja, cerca de R$ 3 bilhões, um crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2005.
O resultado demonstra a saúde financeira do banco e prova que a alegação de cortar custos é apenas uma desculpa para insuflar ainda mais os ganhos. Além disso, a decisão mostra a irresponsabilidade do setor financeiro com a economia e os trabalhadores. A empresa afirmou que ainda vai discutir com os sindicatos. |
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Indenização
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A Justiça da Bahia deu um grande passo para conter os abusos de poder cometidos pelos veículos de comunicação no Estado. Em uma sentença inédita, o juiz da 17ª Vara Cível de Salvador, Cléssio Rômulo Carilho Rosa, condenou o Correio da Bahia, de propriedade dos familiares do senador Antônio Carlos Magalhães (PFL), a pagar 3 mil salários mínimos, o que dá R$ 1,05 milhões, ao desembargador Carlos Alberto Dultra Cintra, alvo das costumeiras calúnias que o jornal costuma desferir contra adversários políticos e pessoais de ACM. Um duro golpe nos chamados crimes de imprensa. |
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| Luis Senna solicita força-tarefa para região |
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O Secretário da Segurança Pública da Bahia, Edson Sá Rocha, recebeu em Salvador, os vereadores de Itabuna Luís Sena (à direita) e Wenceslau Junior, acompanhados da deputada federal Alice Portugal. O objetivo da audiência solicitada pela deputada foi reivindicar da Secretaria medidas que possam reduzir os níveis de violência e criminalidade na região cacaueira.
Para Luís Sena, a audiência foi muito importante para que o Secretário conhecesse a real situação da região. Na opinião da deputada Alice Portugal, diante de índices tão alarmantes, são necessárias a presença e a articulação das polícias civil, militar e até mesmo a federal. "Essa articulação é muito importante para que o combate à criminalidade obtenha resultados", disse a parlamentar.
A temática da violência tem mobilizado os diversos segmentos da sociedade civil, que criou núcleos organizados como o Grupo de Ação Comunitária (GAC), do qual fazem parte a Associação Comercial, CDL, Sindicatos, universidades e igrejas.
“Solicitamos também ao Secretário que ouça outros representantes da comunidade, pois não queremos apenas a ação da polícia após a ocorrência dos crimes. Queremos ações imediatas e conjuntas das polícias”, reiterou Luis Sena.
Fonte: Assessoria Luis Sena
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Empresa que fez micareta
é suspeita
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Suspeita de superfaturar preços de eventos promovidos pela própria Prefeitura, foi criada há pouco tempo em Eunápolis (cidade do Assessor de Imprensa Robson de Jesus) e, aparentemente, trabalha exclusivamente para Ilhéus, já que não tem notas fiscais emitidas para mais ninguém. A denúncia é do vereador Alisson Mendonça. A Promov simplesmente ganha todas as concorrências da Prefeitura de Ilhéus.
Isso quando há concorrência, já que no caso da micareta, a empresa foi escolhida sem licitação para manipular uma verba de R$ 1,5 milhão, cinco vezes mais que o gasto no carnaval de Ilhéus na gestão passada. Depois de pegar os dados no Tribunal de Contas dos Municípios, Alisson procurou empresas especializadas na área de eventos para fazer um comparativo entre os valores reais e os cobrados pela Promov. A surpresa foi constatar superfaturamento de mais de 500%.
A Promov ainda cobrou da Prefeitura R$ 12.000,0 referente a aluguel de palco e iluminação, quando os valores de mercado para um palco maior que o utilizado e um sistema completo de iluminação não custam mais que R$ 4.000,00. Fonte: A Região |
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Desnutrição diminui no semi-árido
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Uma boa notícia para a população marginalizada do semi-árido brasileiro. Caiu o número de crianças com menos de 5 anos com carência nutricional nas regiões da caatinga nordestina e no Norte de Minas Gerais.
A informação é da pesquisa Chamada Nutricional, realizada pela Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP. O estudo analisou mais de 17 mil crianças em 307 municípios, em 2005. Peso, altura e dados sobre a alimentação foram considerados.
Entre 1996 e o ano passado, o percentual de desnutrição crônica e déficit de crescimento na população infantil que faz três refeições diárias caiu de 17,9% para 6,6%. Entre os que vão à mesa menos de três vezes por dia (o equivalente a 10% das famílias inscritas em programas de transferência de renda do governo), o índice atual é de 16,4% de desnutridos.
Carlos Augusto Monteiro, professor da USP e coordenador do projeto, credita a redução no número de crianças com problemas nutricionais aos programas sociais. “A política de transferência de renda foi um passo importante”, avaliou.
Em março deste ano, R$ 284 milhões foram destinados ao Bolsa Família no Nordeste. Na região, o programa atende 82% da população com renda per capita de até R$ 100,00. |
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| Lula: “país precisa de choque de inclusão social” |
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que a oposição está sem discurso para atacar sua gestão e ironizou um tema constante do candidato do PSDB Geraldo Alckmin quando fala sobre suas intenções de governo: o aperfeiçoamento do gasto público.
"O que é que nós vamos debater? Ah, já sei, choque de gestão", disse ele, em uma referência à falta de discurso da oposição mas sem mencionar o nome de Alckmin. "Isso, para mim, cheira a não querer aumentar o salário do funcionalismo público, não aumentar o salário mínimo", acrescentou.
"O que nós precisamos mesmo é de um choque de inclusão social", afirmou.
Segundo ele, o governo já possui uma política fiscal séria e que ele mesmo nunca gastou acima do próprio salário. Citou o aumento da taxa de poupança interna e disse que em sua gestão, o país nunca teve melhores condições de desenvolver um ciclo de crescimento sustentado.
Fonte: Folha On Line |
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| Retrocesso na segurança |
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Alguns bancos de São Paulo, depois da entrada em vigor da lei estadual de guarda-volumes, decidiram retirar as portas giratórias, instrumento que auxilia na segurança de bancários e clientes.
A legislação, aprovada no ínicio do ano, obriga as agências com porta giratória a terem unidades de guarda-volumes, no entanto permite que cada banco escolha adotar ou não o equipamento. O Unibanco, por exemplo, foi uma das empresas que decidiram retirar a porta detectora de metais.
Os bancários consideram a medida um retrocesso, pois acentua a insegurança e representa uma ameaça à conquista obtida pela sociedade.
Todo mundo está ciente, inclusive os banqueiros, do alto índice de assaltos e seqüestros envolvendo bancários e clientes. A retirada do instrumento de segurança agrava ainda mais a situação.
Além disso, o guarda-volumes serve para complementar o sistema de segurança nas agências e não excluir as portas giratórias.
O Sindicato se apresenta contrário a posição do Unibanco e vai cobrar medidas pela instalação do equipamento.
Fonte: Bancários Bahia.
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| Feirões da Caixa |
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Os feirões da casa própria da Caixa Econômica Federal estão de volta. As vendas já começaram em São Paulo (SP). Em Salvador, o início está previsto para a semana que vem. A expectativa é receber mais de 50 mil pessoas na capital baiana.
Nas 14 cidades onde serão realizados os feirões, estarão disponíveis 43,7 mil imóveis, sendo 13,5 mil novos e em construção, 900 unidades do PAR e 29.308 usados, com valores a partir de R$ 17 mil. Durante o evento, funcionários do banco informam sobre os tipos de financiamento oferecidos, valor da prestação, uso do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) para a compra do imóvel e prazo de financiamento. Fonte: SEEB Bahia. |
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| Contraf-CUT repudia
decisão da Caixa |
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(São Paulo) A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) enviou um ofício à Caixa Econômica Federal repudiando a decisão unilateral do banco de obrigar os empregados a compensarem os dias parados na greve passada. O documento dos bancários ainda exige a reabertura das negociações para discutir a questão e pede que o primeiro encontro seja marcado para o dia 18 de maio.
Segundo a CI SUPES/GERET 077/06, os dias parados durante a greve de 2005 deveriam ser compensados até 31 de agosto, na proporção de uma hora reposta para cada hora não trabalhada. O documento da Caixa comunica a decisão “conforme acordado”, embora o assunto ainda esteja sendo negociado e nenhuma definição tenha sido acertada com o movimento sindical. Para Plínio Pavão, secretário de Saúde da Contraf-CUT e coordenador da Comissão Executiva dos Empregados, a CI é um ato de desrespeito da direção da Caixa para com seus empregados.
O ofício da Contraf-CUT foi enviado a Sueli Mascarenhas, superintendente de Recursos Humanos do banco. Os empregados aguardam uma resposta e a reabertura das negociações.
Fonte: Contraf-CUT |
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