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Ano XIII Nº 200 1ª quinzena de Janeiro 2006

BB em Itacaré: aBBandonado

 

Pequena, apertada, desconfortável. Agência do BB Itacaré é precária!
   

O Sindicato dos Bancários de Ilhéus e Região em recente visita à agência do Banco do Brasil em Itacaré, detectou diversas anormalidades para a execução do trabalho para os seus funcionários. Dentre as irregularidades apontadas pelo Sindicato estão o pequeno espaço físico, demonstrando uma verdadeira falta de respeito da direção do banco como também da superintendência, não só para com seus funcionários, bem como para os clientes e turistas que se utilizam do banco.

Além de não oferecer privacidade para as transações financeiras dos clientes devido à limitação do espaço físico, não há o conforto mínimo necessário, pois até o sistema de condicionamento de ar da agência encontra-se quebrado há muitos dias.
Por diversas vezes banco informou ao Sindicato que seriam tomadas providências no sentido de oferecer aos funcionários e clientes um certo conforto quanto ao espaço físico, uma vez que seriam realizadas obras de ampliação do banco quando o mesmo comprasse uma área vizinha à agência para ampliar as suas instalações, “o que descobrimos que não passa de uma simples promessa, pois já se passaram três superintendentes, dois gerentes e nada mudou.
Até o ex-presidente do Banco do Brasil, Cássio Casseb, esteve na cidade, entrou na agência e atestou a necessidade da ampliação e urgência em realizar melhorias nas instalações, pois chega a ser desumano trabalhar naquelas condições, reconheceu o ex-presidente.


Outro problema apresentado é que o espaço físico é tão reduzido que há um rodízio entre os funcionários para que possam se sentar, um verdadeiro absurdo. Para se ter uma idéia, em 2m² funcionam os seguintes setores: suporte, tesouraria, retaguarda, conferência, administrativo, cozinha e banheiro. Na sala de auto-atendimento, com dimensões exíguas, existem cinco terminais distribuídos da seguinte forma: um de talão de cheques (quebrado), dois de depósito, apenas um funciona; e dois para saques e extratos, onde também apenas um funciona.


Esperamos o pronunciamento da direção do banco e as devidas providências, pois não suportamos mais este comportamento de omissão e descaso com a sociedade como um todo.

 
Retrocesso na Caixa: Direção quer cortar pela metade
o número de caixas

As paralisações contra o modelo adotado pala Caixa para o Caixa/PV continuam em todo o país. A mobilização levou a direção da Caixa a restabelecer no último dia 11 negociações com a CEE/Caixa (Comissão Executiva dos Empregados). A criação do Caixa/PV com os critérios previstos na CI Supes/Suare 003/06, divulgada pelo banco no último dia 5, reduz o número de vagas previstas para Caixa Executivo e promove corte no número de caixas em várias unidades, algumas com redução de até 50%. Os bancários da Caixa protestaram também contra a falta de propostas da empresa para o reescalonamento de dívidas e para a solução de pendências da RH 008.

 
Presidente da Câmara Municipal denuncia abandono da cidade
O presidente da Câmara de Vereadores de Ilhéus, Raymundo Veloso, reclama da falta de atenção da secretaria de serviços públicos para com a cidade. Ele afirma que vem recebendo inúmeras queixas da população quanto aos serviços de limpeza e iluminação. Cansado de esperar as ações do município, Veloso percorreu as principais vias da cidade e pôde constatar os problemas, ficando assustado com o descaso da prefeitura.
“É preciso que o prefeito acorde para os problemas existentes em Ilhéus, principalmente aos referentes à secretaria de serviços públicos, onde o secretario vem atuando muito timidamente, deixando a cidade completamente abandonada”. Veloso lembra ainda que “como disse o prefeito que o secretário que não responder as expectativas seria exonerado, a população cobra uma atitude mais exigente e dura para que a secretaria de serviços públicos funcione adequadamente”, finaliza. Fonte: R2CPress.
 
UTI do São José pode fechar novamente
O diretor do Hospital São José, Carlos Lira, e a coordenadora administrativa Naide Oliveira estiveram reunidos com o presidente da Câmara de Vereadores de Ilhéus, Raymundo Veloso, para expor as dificuldades que a Santa Casa vem tendo para manter os leitos da UTI em funcionamento. De acordo com Lira, o hospital está sem receber a verba de R$ 30 mil mensais da Prefeitura há dois meses, o que está inviabilizando a manutenção da UTI. Participaram da reunião ainda os vereadores Alcides kruchewsky, Gilmar Sodré, que é líder do governo, mais o secretário de Saúde Carlos Luz.
Lira explicou que o Hospital São José celebrou um convênio com a Prefeitura, fruto de uma lei de subvenção aos hospitais filantrópicos aprovada pela Câmara Municipal. Esse convênio foi firmado em julho de 2005 com validade de cinco meses, terminado esse prazo a Santa Casa pediu a renovação do convênio, mas até agora nada foi feito e o hospital está há dois meses sem receber a verba e sem pagar o corpo clínico da UTI, que, segundo Lira, já está ameaçando parar o atendimento se nada for resolvido em pouco tempo.
Fonte: Agora On-line.
 
Notas

Resistência
A história da nova presidente do Chile, Michelle Bachelet, é marcada por uma trajetória familiar de resistência ao autoritarismo. A sanguinária ditadura militar comandada pelo general Augusto Pinochet, implantada em 11 de setembro de 1973, e que derrubou o governo de Salvador Allende, matou sob torturas o pai dela, o brigadeiro Alberto Bachelet , por se opor ao golpe, a mãe, a arqueóloga Ângela Bachelet, e o namorado. Ela também foi presa e torturada, mas sobreviveu. Hoje, tem nas mãos poder para ajudar a Justiça a mandar para a cadeia torturadores e assassinos. Pois é, a vida dá muitas voltas.

Rachaduras
A aproximação da eleição de outubro agrava as rachaduras no PFL e no PSDB. Entre os tucanos, a briga do governador Geraldo Alckmin com o prefeito José Serra para definir quem será o candidato à presidência está tão radicalizada que pode dividir o partido.
O governador de São Paulo, afirmou que direitos trabalhistas como férias, 13º salário, FGTS e licença-maternidade impedem o Brasil de crescer e precisam ser eliminados com urgência. Já José Serra pretende privatizar a Saúde municipal da capital paulista e exterminar os pobres do centro da cidade. Esses são os homens que querem ser presidente da Repú-blica. Brincadeira!

 
ONG de direitos humanos critica Brasil por impunidade
Nova York - A organização de defesa dos direitos humanos Human Rights Watch afirma que os defensores de direitos humanos no Brasil sofrem ameaças e ataques, que a polícia é abusiva e corrupta e que as condições nas prisões brasileiras são muito ruins. A entidade, baseada em Nova York, também critica a "impunidade" e a falta de "acesso à Justiça" no País.
"O governo brasileiro empreendeu esforços para reparar abusos de direitos humanos, embora raramente levou à punição os responsáveis pelas violações", diz o estudo. Segundo a ONG, a violência da polícia no Brasil é "sistêmica, generalizada e de longo prazo, afetando de forma desproporcional as populações mais pobres e mais vulneráveis do país".
"Impunidade é a regra no Brasil, com poucos crimes de direitos humanos sendo efetivamente investigados ou levados a julgamento", afirma. A ONG, no entanto, observa que foram adotadas medidas para minimizar o problema no País, inclusive a aprovação de emenda constitucional para tornar as violações de direitos humanos crimes federais. Fonte: BBC.com
 
FLAG BRASIL
Intercâmbio Cultural e
Educacional Ltda

Salvador - Av. Tancredo Neves, 1632, Ed. Salvador Trade, Torre Sul, 16º and
sl. 1607 , CEP 41820-020, tel. (71) 3113-1906, fax 3113-1907,
www.flag-intl.org.br
- e-mail: mcunha@flag-intl.org


PROGRAMA: Colegial nos Estados Unidos
SERVIÇOS: orientação consular, seguro-saúde e consultoria educacional permanente. PREÇO: a partir de US$ 4.700 (high school, seis meses nos Estados Unidos, com acomodação em casa de família, seguro saúde e pensão completa). Filhos de bancários tem desconto de 100U$ ( cem dólares)

 
ABN Real: Banco da intransigência
Demissões, terceirização em massa e precarização do serviço já são marcas registradas do ABN Real, que segundo dados da Confederação Nacional dos Bancários (CNB-CUT), não gerou nenhum posto de trabalho no ano passado. A empresa também se destaca pela intransigência na mesa de negociação.
Os bancários não se renderam à chantagem e continuaram mobilizados, denunciando a extrapolação da jornada de trabalho, a pressão pelo cumprimento de metas abusivas e a política de redução de garantias para diminuir custos implantada pelo banco.
 
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