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Ano XIII Nº 216 2 ª quinzena de Novembro 2006

BNB libera adiantamento da PLR

(Fortaleza) Após intensa mobilização das entidades representativas e dos funcionários, a direção do Banco do Nordeste do Brasil (BNB) decidiu liberar um adiantamento da antecipação da PLR. O adiantamento será linear, tendo como base o montante provisionado no 1º semestre de R$ 3.380.000 milhões, sendo proporcional aos dias trabalhados. Terão direito ao adiantamento os funcionários admitidos até 31/8/2006. Os demais receberão a PLR quando o banco pagá-la integralmente.
A decisão foi acertada com a Comissão Nacional dos Funcionários do BNB (CNFBNB/Contraf-CUT), em reunião realizada na sexta-feira, dia 1º/12. O banco comprometeu-se a encaminhar para a Comissão até a próxima quinta-feira, 7/12, a proposta do acordo da PLR, que deve ser assinado já na segunda-feira, dia 11/12. O pagamento do adiantamento deve ser feito até a sexta-feira, dia 18/12.
“É importante lembrar que isso é só um adiantamento e que nós, funcionários, devemos continuar mobilizados para garantir a antecipação integral da PLR, como aconteceu em outros bancos”, convocou o coordenador da CNFBNB, Tomaz de Aquino.
Outra importante conquista dessa reunião foi o pagamento, já na folha de dezembro, das horas-extras relativas aos sábados compreendidos entre setembro de 2005 e agosto de 2006. A decisão vai beneficiar cerca de mil funcionários e atingir um montante de R$ 1 milhão. Foi acertado também o adiantamento do 13º salário para o dia 20 de janeiro de 2007.
Quanto ao abono das faltas dos dias da greve, não houve acordo entre a Comissão Nacional e o banco e o assunto deve voltar a ser discutido na próxima reunião, marcada para o dia 12/12.
O banco informou ainda que todas as cláusulas da minuta de reivindicação em que a proposta do BNB for superior a Fenaban, prevalecerá a do banco.

   
Confraternização!

Venha comemorar mais um ano de lutas e conquistas!!
Vamos nos reunir na APCEF no dia 19 de dezembro às 19 h para desejar um FELIZ NATAL e um Ano Novo pleno de realizações.
Não se esqueça de trazer 1 brinquedo
para ser doado às crianças carentes.

 
Bancários cobram PLR maior do Bradesco

(São Paulo) A Contraf-CUT e o Bradesco retomaram no dia 30/11, o processo de negociações permanentes para debater as reivindicações específicas dos funcionários do banco. Durante a reunião, os representantes dos trabalhadores destacaram os itens prioritários da pauta, que devem ser negociados imediatamente. Também foi definido um cronograma de reuniões. Entre as reivindicações principais dos bancários está o aumento na Participação nos Lucros e Resultados (PLR). O tema será negociado nas próximas reuniões, agendadas para os dias 11 e 18 de dezembro.
“Queremos uma PLR maior e vamos insistir nesta reivindicação. A PLR da Convenção Coletiva foi acordada com a Fenaban para que a média dos bancos pagassem o benefício. O Bradesco está muito acima da média, é o maior banco privado do país, um dos mais lucrativos e precisa valorizar os seus funcionários”, afirma Vagner Freitas, presidente da Contraf-CUT e funcionário do banco.
Para Carlindo Abelha, secretário de Organização da Contraf-CUT, os bancários do Bradesco devem ficar atentos para as próximas rodadas de negociação. “Vamos discutir a PLR e para arrancarmos esta conquista do banco, teremos que pressionar. Os sindicatos devem manter os trabalhadores informados e mobilizados, porque sem luta não ganharemos nada”, ressalta.
Durante as negociações o Bradesco reafirmou que o impacto negativo no seu lucro por causa do abatimento de ágio de aquisições não afetará a PLR dos bancários.
Segundo Pedro Sardi, secretário-geral da Fetec São Paulo e funcionário do banco, essa questão já havia sido negociada, mas os bancários cobraram a confirmação. Fonte: Contraf.

 
Contraf-CUT e Caixa agendam negociações para dia 7

São Paulo - A campanha “Novo Plano, nosso plano: adesão consciente”, lançada pela Fenae com o apoio da Fenacef, Fenag e Contraf/CUT, segue em todo o país. O objetivo é permitir que os associados da Funcef tenham mais um canal de comunicação e, por meio dele, adquiram maior capacidade e autonomia para decidir, de maneira consciente, pela adesão ao saldamento do REG/Replan e ao Novo Plano.
O prazo para essa adesão encerra-se em 30 de novembro. Os ativos e assistidos devem encaminhar os termos de adesão à Funcef via malote Caixa ou para o endereço SCN – Quadra 2 – Bloco A – 12º e 13º andares – Edifício Corporate Financial Center – CEP 70712-900 – Brasília/DF. As entidades representativas dos empregados defendem a adesão consciente ao saldamento do REG/Replan e ao Novo Plano, elaborado com a colaboração de representantes dos participantes, da Caixa e da Funcef ao longo de dois anos. Para isso foi constituído em 2003 um Grupo de Trabalho, que por sua vez sugeriu uma consulta popular para avaliar a concordância dos participantes com as propostas apresentadas.

 
Negociação com o Bradesco no dia 23

São Paulo - A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf/CUT), a Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa) e a Caixa Econômica Federal voltam a negociar nesta quinta-feira, dia 7 de dezembro, em Brasília.
A reunião, previamente agendada durante o último encontro ocorrido na semana passada, faz parte do processo de negociações permanentes e vai retomar o debate sobre a proposta da empresa em relação aos critérios para promoção da carreira técnica, profissional e dos avaliadores de penhor.
Fonte: Fenae Net

 
Negociação com o Itaú

São Paulo - Após a retomada das negociações permanentes, na quinta-feira, dia 23/11, a Contraf-CUT e o banco Itaú voltam a se reunir no próximo dia 7 de dezembro. A negociação será às 14h, em São Paulo.
O objetivo é dar continuidade às discussões sobre a pauta específica entregue ao banco. Entre as principais reivindicações estão a PCR (Participação Complementar nos Resultados), Programa AGIR (com ênfase nas condições de trabalho, cobrança de metas abusivas, adoecimento dos funcionários e política de remuneração do Programa), Plano de Saúde, Previdência Complementar, Auxílio-educação, enquadramento sindical dos trabalhadores da holding, realinhamento salarial, contratações e 14º salário.
Fonte: Contraf-CUT

 
Bancários reivindicam cesta de Natal no HSBC
São Paulo – O Sindicato, a Contraf-CUT e a COE (Comissão de Organização dos Empregados) se reuniram nesta terça-feira, dia 28, com a direção do HSBC para discutir pontos principais da minuta de reivindicações específicas e a Contraf-CUT remeteu ao banco os itens que deverão ser negociados prioritariamente, já que todos os pontos foram entregues em carta no dia 25 de outubro.
Dentre as reivindicações, os bancários querem que o HSBC pague uma ‘cesta de Natal’ a todos os funcionários, contendo os valores do vale-refeição e da cesta-alimentação.
“Só o aumento de 58,9% do lucro por funcionário já justifica. Mas o banco tem que pensar também no esforço do bancário, que ajudou o banco durante todo o ano”, disse o diretor do Sindicato Paulo Rogério Cavalcante Alves.
Sem contar todos estes itens abaixo, os pilares de negociação para 2007 são metas abusivas e, muitas vezes, desumanas; PCS; PPR; PTI; terceirização e acordos diferenciados; contratações; e mudança da base tecnológica.
Fonte: Contraf.
 
Fenaban apresenta contraproposta na área de saúde
Finalmente a Fenaban apresentou contraproposta para as reivindicações de saúde dos bancários.
A proposta tem muitos pontos iguais ao Programa de Reabilitação Ocupacional (PRO), proposto pela Contraf-CUT, com alguns detalhes ainda sem consenso. No entanto, os banqueiros insistem em chamá-lo de Programa de Readaptação.
Entre as reivindicações dos bancários atendidas está a aplicação do programa somente para quem estiver retornando do afastamento por problemas de saúde. Para os bancários da ativa, o programa teria caráter preventivo.
Os banqueiros também concordaram em criar uma equipe multiprofissional para avaliar os empregados afastados, recolocando, dependendo do caso, o funcionário num ambiente e com funções compatíveis com o seu estado de saúde. Nova reunião ficou pré-agendada para o início de fevereiro. Neste período, a categoria analisa detalhadamente a contraproposta da Fenaban, enquanto os banqueiros avaliam as observações feitas pelos representantes dos bancários durante a negociação.
 
Correção do IR é vital
São Paulo – Os trabalhadores realizam no dia 6/12, a terceira Marcha do Salário Mínimo e Imposto de Renda, em Brasília, partindo às 10h, do Estádio Mane Garrincha até a Esplanada dos Ministérios. O encerramento deve ser por volta das 13h. Logo após, os trabalhadores vão discutir as reivindicações com ministros.
Os bancários estarão na marcha junto com outros trabalhadores de várias categorias, vão reivindicar a correção em 7,77% na tabela do imposto de renda.
Antes de chegar a Brasília, os trabalhadores fizeram várias atividades pelo Brasil. Em São Paulo, a CUT-SP e o Sindicato organizaram uma passeata pelas ruas do Centro no dia 29 de novembro.
O presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Luiz Cláudio Marcolino, destacou em entrevista o que representa para todo trabalhador uma correção na tabela do imposto de renda.
A campanha pela correção da tabela e pelo aumento do salário mínimo começou em 2004, com o Sindicato e os metalúrgicos do ABC. E logo foi encampada pela CUT e por outras categorias. Atualmente, quem ganha até R$ 1.257,12 por mês está isento de pagar qualquer alíquota de I.R. Quem ganha acima deste valor, entre R$ 1.257,13 e R$ 2.512,08, paga alíquota de 15% referente ao salário. E, acima de R$ 2.512,08, a alíquota é de 27,5%.
Na pauta de reivindicações também está o aumento de R$ 350 para R$ 420 do salário mínimo. “Mais do que valores e índices, buscamos estabelecer uma política de valorização permanente do salário mínimo, que seja assumida enquanto política de Estado, não de governo”, declarou o presidente da CUT, Artur Henrique. Fonte: SP Bancários.
 
Dieese prevê R$ 34 bi a mais na economia
(São Paulo) Nos últimos meses de 2006, aproximadamente R$ 34,3 bilhões deverão ser injetados na economia brasileira por causa do pagamento do 13º salário.
O montante, cerca de 1,69% do Produto Interno Bruto (PIB, a soma de todas as riquezas produzidas por um país) brasileiro, diz respeito aos trabalhadores do mercado formal, inclusive os empregados domésticos, e beneficiários da Previdência Social. A estimativa é do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).
A entidade considera que se fosse levado em conta os adiantamentos do 13º salário concedidos durante o ano (pagos por muitas empresas quando os funcionários tiram férias), a injeção na economia chegaria a cerca de R$ 52,9 bilhões, o que representaria aproximadamente 2,6% do PIB.
Segundo o Dieese, o total de pessoas que recebe o benefício é cerca de 2,7% superior ao de 2005, sendo que aproximadamente 1,6 milhão de pessoas passou a receber o 13º em 2006, por ter requerido aposentadoria ou pensão, por ter sido incorporado ao mercado de trabalho ou por ter formalizado o vínculo empregatício.
Fonte: Agência Brasil
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