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Ano XIV Nº 219 1 ª quinzena de Janeiro 2007 |
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Diretoria eleita com 97% dos votos |
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A eleição da diretoria do Sindicato dos Bancários realizada nos dias 04 e 05/01/2007, teve a participação da maioria dos associados ao pleito, que espontaneamente compareceram para dar o seu voto, apesar do tempo chuvoso durante os dois dias da votação, mesmo assim não impediu o comparecimento dos mesmos que acreditaram e deram mais um voto de confiança nesta diretoria reeleita com a renovação de nove colegas na composição da Diretoria Executiva, Conselho Fiscal
e Suplentes, para o triênio de 2007/2010.
Na oportunidade informamos que ao término das eleições, foram apuradas quatro(04) urnas na sede do Sindicato dos Bancários de Ilhéus, onde a chapa 01 conseguiu êxito, sendo reeleita com 97% dos votos válidos.
Composição da Nova Diretoria:
Presidente: Marlúcia Ferreira Paixão, Vice: Jandir Dócio, 1º Secretário: Rodrigo C Santos, 2º Secretário:Waldemir Correia, Tesoureiro: Maria Cristina Tito Sena, 2º Tesoureiro: Adalberto Carqueija, Diretor de Formação Sindical/ Jurídico: Paulo André Soares, Diretor de Imprensa e Comunicação: Norma M. Moinhos, Diretor Representante junto à Federação: Maria das Grassas F. Andrade, Diretor de Esporte e Cultura: Raimundo Henrique Silva, Diretor de Assuntos da Mulher: Nadma Aparecida Sá Santos, Diretor de Patrimônio/Saúde/Aposentados: Claudomi de Jesus Santana
Diretoria Suplentes: Antonio Paulo Góis Souza, Carlos Antonio B da Silva, Eduardo Freitas dos Santos, Edson Martins Sales, Edvaldo José Ribeiro de Andrade, Elienoi Santos Batista, Lauro Evangelista dos Santos, Lúcia Maria Ferreira dos Santos, Miguel F. Bonfim Freitas, Moacyr Colares Godinho, Sandra Rosa Batista, Silvio Souza dos Reis.
Conselho Fiscal: Alcir Nunes Pires, Raimundo Alcântara de Oliveira, Roberto Lott do Carmo Dieb.
Conselho Fiscal Suplentes: Gildásio Pinheiro Magalhâes, José Adilson S. de Souza, Maria Eugenia Lima Hughes.
Fonte: Seebilheus/imprensa.
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| Baneb: protesto em defesa da Bases |
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BradescoOs associados da Fundação Baneb de Seguridade Social (Bases) promoveram ontem, em frente à sede da entidade, na rua da Grécia, no Comércio, protesto contra o Bradesco, que tenta transferir o gerenciamento do patrimônio da Fundação, avaliado em cerca de R$ 570 milhões, para uma empresa de Previdência privada.
Os ex-banebianos seguiram em passeata até a antiga sede do Baneb, hoje conhecida como Bradescão, onde fizeram grande ato em repúdio ao banco. Diretores do Sindicato da Bahia, representantes da CUT, Afabaneb, Casseb, Federação dos Bancários da Bahia e Sergipe, além do deputado estadual Álvaro Gomes (PCdoB) e de Everaldo Augusto, membro da Executiva Nacional da CUT empossado vereador na Câmara Municipal de Salvador, participaram da atividade.
Na avaliação do presidente da Casseb, Paulo Nolasco, as manifestações dão ânimo para os associados lutarem por seus direitos. “É preciso mostrar à sociedade os desastres resultantes da privatização”, afirma. O presidente da Afabaneb, Carlos Araújo, garante que outras passeatas vão ser organizadas para impedir que o Bradesco se apodere da Bases.
Os associados se reúnem em plenária no próximo dia 30, às 10h, na sede da Afabaneb, na avenida Estados Unidos, no Comércio. O objetivo é definir os próximos passos e estratégias em defesa da entidade. Segundo Rubens Pessoa, primeiro presidente da Fundação, a administração feita pelos próprios associados sempre alcançou superávits, o que torna ainda mais injustificável a transferência da gerência para a empresa Multipensions Bradesco. A Bases foi fundada em 1986 e o patrimônio acumulado é proveniente da contribuição mensal de cada trabalhador. A entidade possui hoje cerca de 3 mil associados, sendo que 1.500 são aposentados. Dos 12.500 funcionários do Baneb antes da privatização, hoje restam apenas 900 na ativa no Bradesco.
Fonte: SEEB Salvador
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| Decisão do TST não tem
‘repercussão geral’ sobre
jornada na Caixa |
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(Brasília) O escritório Crivelli Advogados Associados analisou notícia divulgada no site do TST, segundo a qual a posição tomada pela 4ª Turma do TST “levou à concessão de recurso de revista à Caixa a fim de isentá-la do pagamento, como extras, das sétima e oitava horas trabalhadas por uma empregada, que havia aderido livremente ao plano de cargos e salários da CEF”. O entendimento da assessoria jurídica é de que “o fato não é novo” e não tem repercussão geral, uma vez que “trata-se de posição da 4ª Turma expressa em julgamento específico.
Repercussão geral haverá quando o Tribunal puder, de vez, pelo Pleno, após consolidar entendimentos, fixar em Súmula um posicionamento definitivo. Até lá, muito trabalho. Muito esforço. Muito acompanhamento jurídico.
De nossa parte temos feito o acompanhamento cotidiano. Interpondo recursos, respondendo aos da Caixa, preparando memoriais, entregando-os nos gabinetes, fazendo sustentação oral nos Tribunais”.
Jose Eymard Loguercio
CRIVELLI ADVOGADOS ASSOCIADOS
Site: Contraf-Cut
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| Nova lei favorece traba
lhadores em caso de
doença ou acidente |
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A partir de agora, profissionais segurados pela Previdência Social que estiverem incapacitados por acidente de trabalho deverão ter menos dificuldades para obter auxílio-doença e outros benefícios legais. É o que prevê a Lei Ordinária 11.430, sancionada em 26 de dezembro de 2006 pelo presidente Lula. Caso a pessoa contraia ou adquira uma enfermidade cujo diagnóstico esteja estatisticamente relacionado ao seu ramo de atividade, a lei determina o reconhecimento automático do seu nexo com o trabalho. Ou seja, fica invertido o ônus da prova: o trabalhador não precisará mais comprovar, nesses casos, que adoeceu por conta de sua profissão.
Tal situação poderá beneficiar, por exemplo, digitadores acometidos de lesões por esforço repetitivo (como tendinites) ou profissionais intoxicados por produtos com o qual possuem contato regular no seu cotidiano profissional. Quais serão as doenças consideradas comuns para cada tipo de atividade, no entanto, permanece uma questão em aberto. Este é um dos pontos que deverá ser esclarecido por decreto de regulamentação da lei, ainda em gestação no Executivo.
Entre 1999 e 2003, o Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) concedeu 854.147 benefícios por incapacidade temporária ou permanente devido a acidentes do trabalho – o que resulta em uma média de 3.235 auxílios-doença e aposentadorias por invalidez a cada dia útil.
Segundo o Anuário Estatístico da Previdência Social, o trabalho em equipamentos ultrapassados e inseguros responde a cerca de 25% dos acidentes do trabalho graves e incapacitantes registrados no país.
Nos primeiros 15 dias de afastamento, o salário é pago pela empresa. Depois, a Previdência Social responsabiliza-se pelo tempo restante. Caso receba o auxílio-doença por acidente, o trabalhador terá estabilidade por 12 meses após o retorno às atividades.
Site: Bancax.org.br |
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| O Banco do Brasil é do Brasil |
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Outra vez tentam mudar o nome da mais antiga e maior instituição financeira do país – O Banco do Brasil. Como de outra vez, a desculpa para tal golpe é campanha institucional de propaganda (marketing) para difundir a idéia de abrangência nacional da empresa.
Como antes, quando tentaram mudar o nome para – Banco Brasil – sobressai a cantilena de que se está fazendo alusão à propriedade de todos, o que não é verdadeiro. Pois ao designar – Banco do João, Banco do Maria, traduzem a idéia de tornar a empresa uma propriedade privada.
Essa “idéia” foi condenada no passado e merece a repetição da reação das entidades organizadas, do funcionalismo e da sociedade. O pioneirismo de ir onde a maioria das instituições privadas não vão, somente acontece porque o controle do BB ainda é do Estado.
Tentam novamente retirar o que há de mais importante no nome do banco que é sua relação com o país, pois ao dizer que o Banco é do Brasil, estamos reafirmando a quem pertence a empresa – ao povo brasileiro. Isto é diferente da idéia de posse que passa na campanha que se inicia.
É estranho gastos de milhões de reais que servirão tão somente para confundir a população, pois o que existe no inconsciente popular é a marca BB forte e consolidada, que povo brasileiro conhece há quase 200 anos. O Banco do Brasil não é propriedade privada de quem quer seja, como a mensagem tenta passar. Repete-se a idéia fixa de burocratas do Banco que insistem em destruir a imagem da instituição. A troco de quê, não se sabe. Os mesmos que criaram “novidades” no passado como Banco Brasil e Petrobrax.
Cabe perguntar: quanto se gastará para trocar os painéis das agências; para publicação nos principais jornais do país; em anúncios em rádios e televisão? Os responsáveis por essa “nova idéia” irão responder pelo prejuízo que estão causando a empresa?
Nós condenamos esse tipo de ação durante um governo construído pela maioria da população pobre do país; que acaba de reeleger com folga o Presidente Lula.
O povo brasileiro condenou o processo de privatização do governo FHC, que entregou grande parte do patrimônio público a preço vil.
Do mesmo modo devemos repudiar ações de pessoas que ainda entenderam que a política de destruição do patrimônio público não encontra eco no atual governo mas, teimosos, insistem em idéias reprovadas pelo funcionalismo, entidades associativas, sindicais e a população por mais de uma vez nas urnas.
Por tudo isso, é hora de unidade entre todos os segmentos associativos para barrar mais essa iniciativa desse pessoal que está na contramão da vontade da população.
ANABB
Contraf-CUT
SEEB Ilhéus
Fonte: Contraf. |
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| Operações de transferência de crédito vão
ficar isentas de CPMF |
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(Brasília) As operações de portabilidade de crédito, em que o mutuário transfere a dívida que tem com um banco para outro, não sofrerão mais cobrança da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF). Com isso, caem os custos das operações de liquidação antecipada de crédito. “Além disso, evita-se que o cidadão fique devendo ainda mais, já que, muitas vezes, ele pegava dinheiro emprestado num banco para pagar o empréstimo tomado em outro banco, mas acabava gastando o dinheiro e ficava inadimplente diante de duas instituições”, explicou a chefe da Divisão de Tributação e Mercado Financeiro da Receita Federal, Maria da Consolação Silva.
Maria da Consolação conta que, antes da portabilidade de crédito, que vale desde setembro, o banco onde o mutuário tomava um segundo empréstimo paga quitar outro depositava o valor diretamente na conta do mutuário. Com a portabilidade, a transferência da operação de crédito para outra instituição financeira pode ser feita a pedido do mutuário, sem que ele precise participar diretamente da concretização da operação. A instituição financeira para onde o crédito está migrando quita o débito do mutuário diretamente junto ao banco onde o crédito foi tomado originalmente.
A portabilidade de crédito tem por objetivo reduzir a diferença entre a taxa de captação e a taxa de empréstimo cobrada pelo banco, o chamado spread bancário, e ainda aumentar a concorrência.
A CPMF caiu também para os casos em que o Instituto Nacional de Seguro Social (INSS) ressarcia o pagamento de benefícios do Regime Geral de Previdência Social feito por entidades de previdência complementar, por meio de convênio. Maria da Consolação explicou que as empresas de previdência privada estavam cancelando os convênios por não serem ressarcidas também do valor da CPMF que incidia sobre a operação. “As empresas de previdência privada pagavam CPMF duas vezes. Primeiro, ao pagar o INSS dos beneficiários e depois, ao serem ressarcidas desse valor, quando o usavam para pagamento de despesas. Elas não queriam assumir o ônus da CPMF e pediam para serem ressarcidas também do valor da CPMF pelo INSS. Na prática, a MP estabelece que o governo não cobrará CPMF das empresas de previdência privada quando elas recolherem os benefícios junto ao INSS”, detalhou Maria da Consolação.
Fonte: Agência Brasil |
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| Itaú: negociações sobre
PCR e plano de saúde
são retomadas |
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São Paulo - As negociações para o pagamento e aumento do valor da Participação Complementar nos Resultados (PCR), mais conhecido como jabaculê, foram retomadas, assim como as que tratam do aumento dos valores do plano de saúde acima da inflação. O Sindicato está cobrando respostas da direção do Itaú e espera resolver a situação até o fim do mês de janeiro.
“Os bancários nessa época do ano acumulam muitos pagamentos, portanto, é necessário que o banco de uma resposta urgente e satisfatória”, afirma o presidente do Sindicato e funcionário da banco, Luiz Cláudio Marcolino.
No ano passado o valor pago pela PCR foi de R$ 850. Para esse ano, o Sindicato exige um valor maior, pois o lucro do banco aumentou consideravelmente. “O Itaú precisa reconhecer no lucro alcançado o esforço dos seus funcionários”, diz Marcolino.
Saúde – O Sindicato também considera inadmissível o reajuste aplicado aos valores do plano de saúde que chegou a 13,72% para o plano especial e até 14,42% para o plano executivo: quatro vezes maior do que o índice de aumento salarial dos bancários. Com isso, o teto debitado para quem possui o plano especial passou de R$ 106 para R$ 121,24. No executivo o desconto pulou de R$ 191,17 para R$ 219, 27.
Fonte: SP Bancários. |
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