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Ano XIV Nº 220 2 ª quinzena de Janeiro 2007 |
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Pressão faz Itaú negociar |
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São Paulo - Valeu a resposta dada pelos funcionários do Itaú contra a abrupta interrupção por parte do banco nas negociações que discutiam a Participação nos Lucros e Resultados (PCR).
“Foi restabelecido o processo de negociação a partir dos patamares que haviam sido interrompidos, o que garantirá avanços aos bancários. Agora só depende do Itaú”, destaca o presidente do Sindicato, Luiz Cláudio Marcolino.
De acordo com Marcolino, o valor a ser pago de PCR neste ano deverá ser de R$ 1.200 – com o desconto de R$ 360, antecipado em agosto do ano passado. Dessa forma, o PCR poderá passar de R$ 850, em 2005, para R$ 1.200, em 2006, aguardando, para isto, apenas as posições do presidente, Roberto Setúbal, e da direção do banco, - que deverão ocorrer o mais rápido possível.
A partir daí deverá haver uma nova redação para a proposta. “E que fique claro: não aceitamos que o pagamento seja inferior ao que os bancários receberam no ano passado”.
Pressão valeu – O presidente do Sindicato destaca ainda que a mobilização dos bancários foi fundamental durante todo o ano, ele lembra que o banco já havia assinado acordo com a Contec (confederação que representa menos de 5% da categoria) estabelecendo valores e metas que todas as entidades sindicais haviam recusado.
“Cobramos, negociamos, intensificamos a campanha do Jabaculê e conseguimos avançar na proposta e nos valores. Isso mostra que a organização dos bancários é fundamental para conquistar seus objetivos”, acrescenta o presidente do Sindicato.
Até o final do mês, além do PCR os funcionários receberão o complemento dos dois salários e R$ 1.500 do valor adicional conquistados na Convenção Coletiva.
Fonte: SEEB SP - Jair Silva - 31/01/2007
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| Reunião Diretoria SEEBI |
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Dando prosseguimento às lutas sindicais da categoria, a nova diretoria do Sindicato dos Bancários de Ilhéus realizará sua primeira reunião estratégica para elaborar o planejamento deste ano bem como nortear as ações que serão efetuadas.
É o SEEBI na luta por você.
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| Cassi: Mobilização faz Banco do Brasil
apresentar proposta |
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Após quatro anos de reivindicações, a direção do Banco do Brasil decepciona novamente e apresenta uma proposta vergonhosa aos trabalhadores. Para aumentar ainda mais o desrespeito, o banco sugeriu o famoso voto de qualidade (ou minerva), para o Conselho Deliberativo e para a Diretoria Executiva da Cassi, o que, para os funcionários, é uma indecência. Basta lembrar da Previ, onde, inclusive, houve intervenção, justamente pelo mesmo motivo.
Outro fato deprimente é o descumprimento do Estatuto. O banco, que deveria repassar para a Cassi os 4,5% que os funcionários pós-98 têm direito, transfere apenas 3%. Os empregados recolhem 3% e BB só paga 3%, quando deveria recolher uma vez e meia a contribuição do associado. Nesse ponto, o BB está irredutível e alega se tratar de cláusula pétrea.
Para o diretor do Sindicato da Bahia e membro da Comissão de Negociação da Cassi, Olivan Faustino, é preciso ampliar as mobilizações do funcionalismo contra as investidas da diretoria, preocupada exclusivamente com o lucro, e por isso tem assediado a todo instante o funcionalismo, na busca desenfreada do cumprimento de metas, contrariando o código de ética tão divulgado na revista BB.COM.BR. “Onde está a responsabilidade sócio-ambiental e o respeito aos seus funcionários? Citados, inclusive, nos calendários de mesa distribuídos nas agências? Não se brinca com a saúde, essa mesma saúde que o banco devora dos funcionários”, questiona Olivan.
Fonte: SEEB Bahia.
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| Direitos Trabalhistas |
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Violência psicológica, constrangimento, humilhação. Os ingredientes básicos para a definição do quadro de assédio moral são inerentes às relações humanas, sobretudo no mundo do trabalho. Na última década, porém, a conduta começou a ser estudada, denunciada e, finalmente, coibida e punida.
Estudos inter e multidisciplinares, envolvendo as áreas de Psicologia, Medicina, Medicina do Trabalho, Administração de Empresas, Direito e outros tornaram possível, de certa forma, delinear e conceituar o assédio moral. E, por se tratar de fenômeno comum no ambiente de trabalho, já são muitos os casos que chegam à Justiça Trabalhista. Ao contrário do assédio sexual, já tipificado no Código Penal, o assédio moral ainda não faz parte, a rigor, do ordenamento jurídico brasileiro. Em âmbito municipal, existem mais de 80 projetos de lei em diferentes cidades, vários deles já aprovados e transformados em lei – em São Paulo (SP), Natal (RN), Cascavel (PR), Guarulhos (SP) e Campinas (SP), entre outros. No âmbito estadual, o Rio de Janeiro foi o pioneiro na adoção de legislação específica sobre o tema – a Lei Estadual nº 3.921, de agosto de 2002, voltada especificamente para os órgãos dos três poderes estaduais. Site: Bancax.org.br |
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| Parabéns SEEB
Bahia!! |
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Os 74 anos que o Sindicato dos Bancários da Bahia completa neste domingo, 4 de fevereiro, merecem muito mais do que uma comemoração entusiasmada de aniversário de uma entidade de classe. Afinal, representa mais de sete décadas da organização política e da luta classista de uma categoria que conseguiu se impor em nível nacional justamente pela força e capacidade de mobilização da entidade sindical que a representa.
A história do SBBA, como também é conhecido, já começou vitoriosa, por conta da representatividade, da competência, da influência política e da altivez de Mutti de Carvalho, um dos seus principais fundadores. E na vida, tudo que inicia bem tem tudo para prosseguir em uma carreira bem sucedida.
Com o Sindicato da Bahia não foi diferente. Ao longo de todos esses anos a entidade conseguiu consolidar os bancários como uma das categorias mais respeitáveis e mobilizadas de todo o Estado. Com luta e determinação, alcançou conquistas significativas para os trabalhadores e acumulou um patrimônio invejável.
Portanto, motivos não faltam para os bancários comemorarem à vontade o aniversário do SBBA.
Evidentemente, ainda há muito pelo quê lutar e conquistar, mas é isso mesmo. Afinal, foram exatamente os desafios que forjaram a trajetória vitoriosa do Sindicato da Bahia. |
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| Banqueiro tem seu cartão clonado |
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São Paulo - O Sindicato vem intensificando a luta contra a terceirização no sistema financeiro cujo resultado principal tem sido a precarização nas condições de trabalho, redução salarial, desrespeito à convenção coletiva da categoria, além do constante risco de quebra de sigilo de clientes e diversas fraudes contra a população.
Os problemas são tantos que, no final do ano passado, a partir de denúncia do Sindicato, a Secretaria de Inspeção do Trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego finalizou um dossiê com mais de duas mil páginas sobre o assunto. O documento detalha irregularidades trabalhistas e fiscais existentes nestes locais. As multas aplicadas a estas empresas já somam R$ 10 milhões.
O processo que culminou no relatório foi iniciado em 2005 pelo Sindicato e pela Contraf-CUT. “A terceirização tem sido o caminho trilhado pelas instituições financeiras para arrochar os salários e reduzir direitos dos trabalhadores”, afirma o presidente do Sindicato, Luiz Cláudio Marcolino.
No entanto, tal “economia” tem sido danosa para a população e nem mesmo os banqueiros estão livres da ação de marginais que se aproveitam da fragilidade do processo. A maior evidência disso é que, de acordo com informação que chegou ao Sindicato, o presidente de uma das principais instituições financeiras do País teve seu cartão clonado, o que causou um grande debate e constrangimento nos corredores do banco.
“Defendemos que os bancos revejam o processo de terceirização, com a absorção dos funcionários das empresas terceirizadas para que tenham seus direitos como bancários respeitados e que não haja riscos para os clientes nas operações financeiras”, acrescenta Marcolino.
Fonte: SEEB SP. |
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| Euclides Fagundes lança livro que resgata
memória do Sindicato |
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A data era 4 de fevereiro, o ano 1933, o local uma referência: a Associação dos Empregados no Comércio, na então badalada rua Chile. E os personagens dessa história, funcionários de bancos, que na época ainda eram considerados comerciários. O jornal A Tarde do dia 3 de fevereiro assim noticiou: “Está marcada para amanhã, às 15 ½ horas, no salão da Associação dos empregados no Commercio, uma reunião dos funccionarios de bancos nesta praça.
Estando terminada a confecção do ante-projecto do estatuto para formação dessa sociedade Bancaria. Nessa sessão presidida pelo dr. João Marques dos Reis, o mesmo será discutido e fundada a nova aggremiação”.
O trecho do jornal, transcrito acima, integra a edição revista, atualizada e ampliada do livro de Euclides Fagundes, “Bancos, Bancários e Movimento Sindical”, que está em fase final de revisão, para lançamento no primeiro semestre de 2007. A iniciativa do atual presidente do Sindicato revela importante preocupação em manter viva a memória não apenas da entidade, mas do movimento sindical baiano.
Ao comemorarmos os 74 anos de fundação do Sindicato, o resgate permanente da trajetória de lutas dos bancários é certamente um dos mais preciosos presentes para a categoria. Fonte: Elisângela Cordeiro SEEB Bahia. |
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| Bradesco demite por
atacado em Conquista |
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Para denunciar as cinco demissões de bancários pelo Bradesco, os dirigentes do SEEB/Vitória da Conquista realizaram uma manifestação em frente às agências do banco. Na ocasião, foi distribuída uma nota chamando a atenção de funcionários, clientes e a comunidade em geral sobre as demissões. Desde a aquisição do Banco do Estado da Bahia (Baneb) pelo Bradesco em 1994, este tem adotado a política de reduzir o seu quadro de funcionários. Dos cinco bancários demitidos, três eram do antigo Baneb. Para o presidente do Sindicato, Delson Coelho, a postura adotada pelo banco de trocar os antigos servidores, em estado produtivo, por novos é uma forma de baratear a mão de obra com o pagamento de menores salários. “Essa é uma postura descabida, tendo em vista que é necessária a manutenção da força do trabalho do funcionário”. Além das demissões, um outro problema encontrado no Bradesco são as imensas filas, principalmente, no inicio de cada mês (período de pagamento de benefícios e aposentadorias) e em dias antes e após feriados. “Há períodos do mês em que percebemos que as agências estão em perfeitas condições de funcionamento. Esse ambiente, com menos filas, poderia ser estendido aos demais dias desde que tenham cada vez mais bancários trabalhando”, explica Delson Coêlho. (SEEB/VC) |
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